O Secretário de Estado dos Estados Unidos, Marco Rubio, afirmou que o regime cubano usou o aniversário de Fidel Castro, em 13 de agosto, para levar simpatizantes estrangeiros a Havana. Washington alega que o Instituto Cubano de Amizade com os Povos (Icap) organizou a iniciativa para influenciar cidadãos norte-americanos.
Rubio declarou que o governo americano não aceitará que uma potência estrangeira hostil explore liberdades, enganando e corrompendo cidadãos americanos com mentiras e espionagem. Segundo o secretário, a ação faz parte da estratégia do regime de exportar marxismo e violência comunista.
Junto à denúncia, o governo norte-americano anunciou sanções contra três membros do Icap e nove entidades estatais cubanas. As medidas individuais atingem Fernando González Llort, presidente do instituto, e outras duas diretoras. As sanções também visam setores estratégicos cubanos, como mineração e construção.
As ações ocorreram dias após autoridades dos EUA abordarem passageiros que retornavam de Cuba no Aeroporto Internacional de Miami, apreendendo celulares e outros eletrônicos para inspeção. O regime cubano informou que mais de mil e quinhentos ativistas de mais de sessenta países participaram de eventos na ilha caribenha.


