O Indicador de Clima Econômico (ICE) da América Latina avançou 10,7 pontos no segundo trimestre, atingindo 83,7. Os dados, divulgados pela Fundação Getulio Vargas (FGV) nesta quinta-feira, mostram que a média regional ficou em 83,0 pontos nos últimos doze meses.
A Argentina apresentou um crescimento expressivo no ICE, saltando de 68,3 pontos no primeiro trimestre para 123,1 no período subsequente, um aumento de 54,8 pontos. O Brasil também registrou melhoria, embora menos acentuada, subindo de 72,2 para 76,9 pontos.
Em contraste, o México foi a exceção regional, com o indicador caindo de 60,1 pontos para 56,9 pontos na comparação trimestral. A projeção de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) para a América Latina em 2026 manteve-se estável, fixada em 1,9%, segundo a FGV.
A análise da instituição apontou que, apesar da estabilidade geral nas projeções, há variações significativas no desempenho dos países. Entre os aspectos positivos, destacaram-se o Brasil e a Colômbia. Já o Chile e a Bolívia registraram as maiores revisões negativas.

