Um júri em Alabama decidiu contra o The New York Times em um processo por difamação. O veículo foi condenado a pagar nove milhões e duzentos e cinquenta mil dólares a um ex-jogador de basquete universitário.
O julgamento, que durou nove dias, determinou que o jogador foi difamado por uma reportagem publicada em março de dois mil e vinte e três. A matéria vinculava o atleta a um tiroteio fatal ocorrido em janeiro de dois mil e vinte e três.
O jogador foi um calouro de dezoito anos da Universidade de Alabama. A reportagem, escrita por um jornalista esportivo do The New York Times, identificou erroneamente o atleta como passageiro do veículo no local do ocorrido. A publicação original continha um erro de identificação.
O The New York Times havia emitido uma nota editorial em junho de dois mil e vinte e três, após o atleta entrar com a ação judicial. Posteriormente, a equipe editorial revisou o caso e identificou que a pessoa no local não era o atleta, mas sim um gerente de estudantes da equipe.
O jornalista responsável pelo relato relatou que se baseou em uma fonte anônima de alto escalão. O veículo de comunicação expressou desapontamento com a decisão do júri, afirmando que o veredito contraria a lei, e informou que analisará as opções legais cabíveis.


