Cerca de 3.500 migrantes foram despejados da praia de El Trampolín, em Ceuta, nesta quinta-feira. A área, que concentrava uma comunidade subsahariana em tendas, foi desocupada por ordem das autoridades locais.
A zona, onde se instalava um grande grupo de pessoas de países subsaarianos, abrigava mais de cem tendas precárias. Magrebinos também frequentavam o local, buscando alimentos oferecidos por diversas organizações.
Às dez horas, o local estava silencioso, com restos de comida, cadeiras e lenha ainda com brasa da noite anterior. Um agente do Grupo de Reserva e Segurança (GRS) da Guardia Civil orientava o fluxo de pessoas.
O guarda indicava um grupo de aproximadamente duzentas pessoas que aguardavam para serem encaminhadas a um dos dois recintos preparados pelo Ministério de Inclusão, Segurança Social e Migrações. Esses locais foram acondicionados com fins humanitários.
A medida visa recuperar o espaço urbano da cidade autônoma, visando restaurar a normalidade no local, informou o agente.


