Pablo Marçal registrou candidatura a presidente em momento próximo ao fim do prazo. O coach, que é inelegível até 2032, busca movimentar a disputa, mas deve ser barrado pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Ele possui milhões de seguidores nas redes sociais.
O candidato realizou atos de campanha em seis dias, durante os quais proferiu ofensas a jornalistas e participou de um podcast. Ele divulgou um patrimônio de 7 bilhões de reais, mas depois alegou erro no preenchimento de formulário. A imprensa apontou a movimentação como uma estratégia para gerar polêmica.
O Ministério Público apontou que a chapa foi elaborada com duas fraudes. Além da suspensão dos direitos políticos, o coach teria forjado uma filiação ao PRTB com data retroativa. O TSE já havia proibido Marçal de usar recursos públicos e participar de debates.
A decisão unânime do TSE indica o impedimento da candidatura. Contudo, ele ainda pode ter algumas semanas para realizar atividades e solicitar doações. A disputa reflete a confusão entre política e entretenimento.


