A Broadcom se estabelece como a segunda empresa mais relevante na infraestrutura de inteligência artificial. A companhia registra US$ 30 bilhões em pedidos trimestrais de IA e visa superar US$ 100 bilhões em vendas de IA até 2027.
As ações da Broadcom negociam a US$ 364,50. Analistas de mercado projetam um preço-alvo de US$ 403 nos próximos doze meses, com um cenário otimista atingindo US$ 531,88. A empresa registrou receita de US$ 22,19 bilhões no segundo trimestre de 2026, um aumento de 47,87% em relação ao ano anterior.
A receita de semicondutores de IA alcançou US$ 10,80 bilhões, crescendo 143%. O CEO, Hock Tan, declarou que a demanda por XPUs e redes é “simplesmente insaciável”. A gestão prevê US$ 56 bilhões em receita de IA no ano fiscal de 2026 e mais de US$ 100 bilhões no ano fiscal de 2027.
O risco principal apontado reside na concentração de clientes, sendo que um pequeno grupo de grandes empresas de tecnologia impulsiona o roteiro de XPUs da Broadcom. A margem bruta consolidada deve cair para cerca de 74%, embora a gestão afirme que isso não é uma mudança estrutural na margem de semicondutores.

