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Economia

Bem-estar no trabalho gera US$ 11,7 trilhões em valor econômico

Carla Fernandes
Última atualização: 21 de agosto de 2026 20:57
Carla Fernandes
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Tempo: 2 min.
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A melhoria da saúde e do bem-estar dos funcionários, por meio de benefícios e maior flexibilidade, pode gerar até US$ 11,7 trilhões em valor econômico global, segundo relatório da Organização Internacional do Trabalho (OIT).

O documento da OIT, intitulado “Care to Compete”, afirma que empresas com políticas sólidas de apoio aos colaboradores apresentam resultados positivos em produtividade e engajamento. Criar ambientes que considerem as necessidades de cuidado dos profissionais ajuda a reduzir a rotatividade e fortalece a motivação da equipe.

Políticas como licenças amplas e flexibilidade deixam de ser apenas benefícios corporativos. Elas passam a integrar a estratégia de competitividade das organizações, impactando também a reputação empresarial. Organizações que se preocupam com seus colaboradores fortalecem a relação com consumidores e atraem investidores responsáveis.

Daniel Maximilian Da Costa, fundador e CEO do Latin American Quality Institute (LAQI), reforça a tese. Ele disse que valorizar pessoas deve ser uma posição estratégica na gestão. Promover condições adequadas de trabalho constrói organizações mais sustentáveis e preparadas para o mercado.

O gestor afirmou que quando uma empresa entende que cuidar das pessoas significa cuidar do próprio negócio, ela fortalece sua capacidade de competir. O bem-estar e o apoio devem ser vistos como investimentos que geram engajamento e valor econômico no longo prazo.

TAGGED:bem-estar-trabalhoeconomia globalgestão empresarialoitprodutividade
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