A melhoria da saúde e do bem-estar dos funcionários, por meio de benefícios e maior flexibilidade, pode gerar até US$ 11,7 trilhões em valor econômico global, segundo relatório da Organização Internacional do Trabalho (OIT).
O documento da OIT, intitulado “Care to Compete”, afirma que empresas com políticas sólidas de apoio aos colaboradores apresentam resultados positivos em produtividade e engajamento. Criar ambientes que considerem as necessidades de cuidado dos profissionais ajuda a reduzir a rotatividade e fortalece a motivação da equipe.
Políticas como licenças amplas e flexibilidade deixam de ser apenas benefícios corporativos. Elas passam a integrar a estratégia de competitividade das organizações, impactando também a reputação empresarial. Organizações que se preocupam com seus colaboradores fortalecem a relação com consumidores e atraem investidores responsáveis.
Daniel Maximilian Da Costa, fundador e CEO do Latin American Quality Institute (LAQI), reforça a tese. Ele disse que valorizar pessoas deve ser uma posição estratégica na gestão. Promover condições adequadas de trabalho constrói organizações mais sustentáveis e preparadas para o mercado.
O gestor afirmou que quando uma empresa entende que cuidar das pessoas significa cuidar do próprio negócio, ela fortalece sua capacidade de competir. O bem-estar e o apoio devem ser vistos como investimentos que geram engajamento e valor econômico no longo prazo.

