A carne moída, cujo corte dianteiro terá tarifa liberada por Donald Trump para importações de até 300 mil toneladas em noventa dias, é o mesmo exportado pelo Brasil para a China.
A liberação da cota de exportação para o gigante asiático já estava sem sobretaxa. A informação pode parecer um benefício comercial, mas um professor da FGV Agro explicou que o volume disponível nos EUA dificilmente cobrirá a perda de carne que o país deve deixar de enviar à China neste ano.
O especialista Felippe Serigati da FGV Agro comentou a situação. Ele afirmou que, mesmo que o Brasil aproveite toda a brecha de vendas nos Estados Unidos, o montante não deve ser suficiente para compensar o volume de carne que será perdido no mercado chinês.

