Carlos Cesare morreu nesta terça-feira, dia dezoito, aos sessenta anos. O artista, que teve carreira multifacetada, teve seu velório e enterro na segunda-feira, dia dezessete, em São José dos Campos, interior de São Paulo.
Sua trajetória profissional foi ampla. Ele começou no teatro como Palhaço Cotonete, no mesmo ano, ao lado de Cláudio Mendel. Cesare trabalhou como ator, dramaturgo, artista plástico, bonequeiro, professor, cenógrafo, figurinista, cantor e palhaço.
Um dos trabalhos mais conhecidos foi a interpretação de Pablo no programa “Qual é a Música?”, apresentado por Silvio Santos entre as décadas de 1970 e 1980, período em que Cesare participou de 1986 a 1990.
O artista criou o show “Armazém do Eugênio” em 2003, no qual se apresentava como o palhaço Eugênio, misturando dança e música clássica com números de mágica. Ele também desenvolveu o espetáculo “Mundo Maravilhoso de Carol e Lear”, em 2006.
Cesare lecionou artes cênicas para jovens do ensino fundamental nas décadas de 2000 e 2010. Ele participou de peças como “A Fabulosa Caravana de Seu Malaquias” e “Rapsódia da Banana-da-Terra”, ambas do Grupo Boneco Vivo.

