Um prédio em Saint-Louis, Senegal, conta o passado do comércio transatlântico de escravos na ilha. Localizada no norte do país, entre o Oceano Atlântico e o Rio Senegal, a região serviu como ponto de passagem para dezenas de milhares de africanos.
A edificação, com dois séculos de idade, serve como testemunho do papel da ilha no comércio de escravos. Contudo, os vestígios desse histórico estão desaparecendo de forma discreta.
A ilha, situada no extremo norte do Senegal, é pouco mencionada nos registros históricos do tráfico de escravos. Apesar disso, ela funcionou como um centro por onde passaram dezenas de milhares de pessoas africanas.
Os vestígios do passado escravista em Saint-Louis representam um elemento de memória que se apaga silenciosamente no cenário local.

