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Cotidiano

Genérico é mais barato mas mantém eficácia

Carla Fernandes
Última atualização: 22 de agosto de 2026 01:02
Carla Fernandes
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Tempo: 1 min.
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No Brasil, medicamentos genéricos são uma alternativa de custo reduzido, mas precisam comprovar equivalência aos produtos de referência. A categoria foi criada pela Lei nº 9.787, de 1999, e segue regras rigorosas da Anvisa.

Para obter registro na Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), o genérico deve manter o mesmo princípio ativo, na mesma dose e forma farmacêutica do medicamento original. Avaliações como testes de equivalência farmacêutica e de bioequivalência verificam se o produto absorve o ativo no organismo com velocidade e quantidade semelhantes.

A redução de preço decorre principalmente do processo de desenvolvimento. Fabricantes de genéricos entram no mercado após a expiração da patente do medicamento de referência, o que aumenta a concorrência. A regulamentação brasileira exige que o preço de entrada do genérico seja, no mínimo, 35% menor que o do produto original.

O consumidor identifica o genérico na embalagem por uma faixa amarela com a letra “G” e a expressão “Medicamento Genérico”. Os critérios técnicos estabelecidos pela Anvisa permitem a intercambialidade entre o genérico e o medicamento de referência correspondente.

TAGGED:Anvisaequivalenciafarmaceuticomedicamento-genericosaúde pública
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