Um plano de previdência 401(k) permite uma tática de investimento que pode resultar em valores isentos de impostos no futuro. A estratégia envolve o aporte de dinheiro pós-imposto em um terceiro compartimento do plano, seguido de conversão para Roth.
Os planos de previdência oferecem três compartimentos de contribuição: o pré-imposto, o Roth e o pós-imposto. O limite de contribuição eletiva para 2026 é de 24.500 dólares. Contudo, o teto combinado, que inclui contribuições do empregador e aportes voluntários pós-imposto, atinge 72.000 dólares.
A oportunidade reside na diferença entre esses dois valores. O indivíduo deposita o excedente em um compartimento pós-imposto e, posteriormente, converte esse saldo para Roth. Após a conversão, os lucros futuros desse montante não são tributados. Essa mecânica é amparada por regras do Código de Receita Federal.
Para aplicar a tática, o documento do plano deve permitir aportes pós-imposto e conversões in-plan ou saques em serviço para uma conta Roth IRA. Grandes empresas de tecnologia e finanças costumam oferecer essa estrutura. O processo envolve maximizar o aporte regular e, anualmente, converter o saldo pós-imposto.
A conversão deve ser feita antes que os rendimentos acumulados sobre o valor pós-imposto sejam tributados como renda comum. Há também mudanças regulatórias, como o mandado Roth do SECURE 2.0, que exige que certas contribuições de ajuste sejam feitas em contas Roth.

