A onda de crimes violentos na Carolina do Norte mantém o debate sobre segurança pública em evidência, um ano depois do assassinato de uma refugiada ucraniana em Charlotte. A Fraternal Order of Police do estado apoiou um candidato republicano, citando preocupações com reincidentes e políticas de fiança.
O incidente ocorreu em vinte e dois de agosto de dois mil e vinte e cinco, quando uma mulher de vinte e três anos foi apunhalada três vezes por um homem de trinta e quatro anos em um trem de transporte público. Este crime impulsionou a Lei Iryna na Carolina do Norte, que endureceu regras de fiança e aumentou a fiscalização de réus considerados risco à sociedade.
A Fraternal Order of Police (NCFOP), que conta com cerca de seis mil membros, endossou o candidato ao Senado dos EUA, Michael Whatley. O presidente da organização, Chet Effler, declarou que os membros apoiam Whatley devido a preocupações com infratores reincidentes e o suporte às forças policiais.
Outros casos recentes reforçam o debate. Um homem de trinta e dois anos, com registro de pelo menos nove prisões desde dois mil e vinte e três, foi detido após um vídeo em rede social mostrar que ele agrediu uma mulher em Charlotte. Além disso, em Jacksonville, uma motriz da DoorDash sofreu fraturas após ser atacada com um bastão por um homem de quarenta e quatro anos.
A discussão se estende a incidentes em outras regiões, como em Winston-Salem, onde um confronto entre jovens escalou para um tiroteio perto de uma escola intermediária, resultando em duas mortes. Effler criticou a abordagem de autoridades locais que evitam classificar certas agressões como relacionadas a gangues.


