Pais em uma escola primária de Wake County, Carolina do Norte, contestam a presença de uma professora transgênero em sala de aula. A controvérsia se intensificou em reunião do conselho escolar, onde os responsáveis pedem alternativas para seus filhos, alegando objeções pessoais ou religiosas.
Os pais argumentam que não receberam aviso prévio sobre a professora e solicitam opções para os alunos cujas famílias se opõem à contratação. Durante a reunião, alguns pais relataram que os filhos voltavam para casa “chateados, confusos e desconfortáveis”.
Um pai, membro do grupo de Direitos Parentais da escola, afirmou que os responsáveis “não deveriam passar por um teste ideológico para participar da educação pública”. Ele citou que críticos sugerem que as famílias optem por educação domiciliar ou privada.
Outro participante da reunião apresentou uma resposta contrária, sugerindo a criação de um currículo domiciliar gratuito para afastar o que chamou de “intolerantes”. Os pais que se opõem ao arranjo pedem que o distrito forneça alternativas razoáveis ou um aviso prévio quando a apresentação de um professor conflita com suas crenças.

