Selena Gomez figura como ré em uma ação judicial movida por cinco investidores da Wondermind Global Inc., startup de saúde mental. O grupo aplicou US$ 1,2 milhão na companhia e agora pleiteia a devolução do montante investido em tribunal federal de Delaware, nos Estados Unidos.
A denúncia acusa Gomez, Mandy Teefey e Daniella Pierson de fraude e de ocultar informações sobre a situação financeira e operacional da empresa. A Wondermind foi fundada em 2021 e visava trabalhar com o conceito de aptidão mental, oferecendo produtos e conteúdos para manutenção da saúde.
A empresa levantou US$ 5 milhões no ano seguinte, com participação de fundos como o ligado a Serena Williams, Lightspeed Venture Partners e Sequoia Capital. Os cinco investidores que entraram com a ação participaram dessa rodada com US$ 1,2 milhão. Os autores da ação afirmam que a Wondermind prometeu parcerias institucionais com empregadores como JPMorgan Chase e Fidelity, além de desenvolver um aplicativo.
Segundo os investidores, as iniciativas não se concretizaram como planejado. Eles alegam que a companhia nunca desenvolveu o aplicativo nem alcançou a receita apresentada durante a captação de recursos. A denúncia aponta que os fundadores e diretores não informaram sobre as dificuldades por três anos enquanto a empresa enfrentava colapso.
Os autores foram alertados sobre os problemas financeiros em setembro de 2025, após uma reportagem. No processo, as acusações ainda não são uma decisão judicial, e a responsabilidade dos réus aguarda análise.


