Uma ex-funcionária dos Sacramento Kings moveu uma ação contra a organização, alegando discriminação por gravidez, assédio sexual, retaliação e demissão injusta. O processo foi protocolado na Superior Court of California em Sacramento County, no dia onze de agosto.
A ex-assistente de treinamento atlético, que trabalhou para o time entre dois mil e vinte e dois e dois mil e vinte e cinco, relatou ter sido tratada de forma desigual e demitida duas vezes após engravidar e ter o filho. O representante da ex-funcionária afirmou que a organização teria demitido a profissional após ela se manifestar sobre o ocorrido.
Segundo documentos judiciais, a funcionária informou seu supervisor sobre a gravidez durante a temporada de dois mil e vinte e três. O supervisor teria respondido com risadas e comentários depreciativos sobre a vida após ter filhos. A ação também detalha que a profissional foi impedida de viajar com o time antes do início da licença-maternidade.
O processo indica que ela recebeu uma primeira demissão em abril de dois mil e vinte e três, quando foi realocada para uma posição administrativa remota. Uma segunda demissão ocorreu em setembro de dois mil e vinte e quatro, com a remoção do título e das funções de treinadora atlética. A ex-técnica também alegou ter sofrido assédio sexual por parte de membros da equipe de operações de basquete.


