O vice-presidente nacional do PT, Washington Quaquá, minimizou as informações sobre a moradia do empresário Fábio Luís Lula da Silva na Espanha. Quaquá afirmou que o morador leva uma vida modesta, e que os valores são compatíveis com os de um pequeno empresário brasileiro.
O dirigente petista classificou o aluguel do condomínio em Madri, que custa cerca de três mil euros, como um valor baixo para o padrão europeu. Quaquá disse que, para quem possui uma empresa com faturamento reduzido, a situação se enquadra na de um pequeno empresário nacional.
Apesar da declaração, o caso Lulinha gerou movimentações no Supremo Tribunal Federal (STF). O gabinete do ministro André Mendonça reagiu à alegação de que vazamentos de documentos poderiam ter ocorrido internamente no tribunal.
Advogados de uma lobista pediram para ampliar a apuração sobre os vazamentos. A defesa quer incluir na investigação agentes que tiveram acesso aos dados, mesmo que não sejam da Polícia Federal. Um assessor do ministro Mendonça informou que o foco do ministro é reforçar a investigação sobre os vazamentos.


