Ao usar este site, você concorda com a Política de Privacidade e os Termos de Uso.
OK
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
  • Cotidiano
  • Política
  • Economia
  • Mundo
  • Esporte
  • Cultura
  • Opinião
Procurar
  • Anuncie
  • Expediente
  • Fale Conosco
  • Política de Privacidade
  • Termos de Uso
© 2024 - BRASIL EM FOLHAS S/A
Leitura: Cientistas recriam estado da matéria do início do Universo
Compartilhar
Notificação Mostrar mais
Font ResizerAa
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
Font ResizerAa
  • Política
  • Cotidiano
  • Economia
  • Mundo
  • Esporte
  • Cultura
  • Opinião
Procurar
  • Home
    • Política
    • Cotidiano
    • Economia
    • Mundo
    • Esporte
    • Cultura
    • Opinião
  • Anuncie
  • Fale Conosco
  • Expediente
Have an existing account? Sign In
Follow US
  • Anuncie
  • Expediente
  • Fale Conosco
  • Política de Privacidade
  • Termos de Uso
© 2024 BRASIL EM FOLHAS S/A
Cotidiano

Cientistas recriam estado da matéria do início do Universo

Carla Fernandes
Última atualização: 22 de agosto de 2026 16:56
Carla Fernandes
Compartilhar
Tempo: 2 min.
Compartilhar

Uma equipe internacional de cientistas, liderada por pesquisadores da Universidade de Copenhague, recriou em laboratório o estado da matéria que existiu no cosmos no primeiro milionésimo de segundo. O experimento, realizado no Grande Colisor de Hádrons (LHC) do CERN, na Suíça, utilizou núcleos leves, desafiando teorias anteriores.

A física de partículas considerava que a formação do plasma de quarks e glúons, a sopa ultradensa que antecedeu prótons e nêutrons, exigia o uso de núcleos pesados, como o chumbo. Contudo, o estudo, conduzido pelas colaborações ALICE, mostrou que colisões com isótopos de oxigênio-16 e neônio-20 geram a mesma substância primordial, segundo o professor associado You Zhou.

Zhou afirmou que a descoberta permite entender melhor as condições iniciais da matéria, oferecendo pistas sobre a evolução primitiva do Universo. Além da recriação do plasma, os físicos analisaram o rastro das partículas resfriadas, descobrindo que o padrão de movimento revela a geometria do núcleo original.

Emil Gorm Dahlbæk Nielsen, pesquisador de pós-doutorado e coautor do estudo, explicou que o movimento das partículas funciona como uma sombra, revelando a forma geométrica do núcleo. O oxigênio-16, por exemplo, gerou um padrão arredondado, enquanto o neônio-20 produziu um formato alongado.

A pesquisa, apoiada pelo projeto InitialConditions do ERC, sugere que a relação entre núcleos leves e o nascimento do cosmos é mais próxima do que se imaginava. O próximo passo será repetir os testes com núcleos ainda mais leves, como o hélio-4, para definir o limite exato da formação do plasma.

TAGGED:CERNcosmologiaFísicalaboratóriopartículasUniverso
Compartilhe esta notícia
Facebook Whatsapp Whatsapp Telegram Copiar Link Print
Notícia Anterior Irmãos Batista assumem controle da Avibras
Próximo notícia sitemap.xml
Banner
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
Follow US
© 2024 BRASIL EM FOLHAS S/A
Bem vindo de volta!

Faça login na sua conta

Username or Email Address
Password

Lost your password?