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Cotidiano

Senatran explica uso de remédios na nova fiscalização da Lei Seca

Carla Fernandes
Última atualização: 22 de agosto de 2026 17:13
Carla Fernandes
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Tempo: 1 min.
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A Secretaria Nacional de Trânsito (Senatran) esclareceu que a nova fiscalização da Lei Seca, que utiliza o drogômetro, não visa punir motoristas que fazem uso contínuo de medicamentos prescritos. A atualização de procedimentos foca na capacidade de dirigir, e não na presença residual de remédios.

A resolução do Conselho Nacional de Trânsito (Contran) regulamenta o uso de equipamentos para detectar substâncias psicoativas. A Senatran publicou nota oficial detalhando que tomar um medicamento, por si só, não gera infração de trânsito, segundo a agência.

O Secretário Nacional de Trânsito, Adrualdo De Lima Catao, tranquilizou a população sobre boatos que circulavam nas redes sociais. Ele afirmou que a medida não torna o tratamento médico uma infração e que o objetivo é proteger vidas contra o uso de substâncias que coloquem a segurança em risco.

O dispositivo, certificado pelo Inmetro, realiza testes na saliva e identifica substâncias psicoativas específicas, como cocaína, anfetaminas e Delta-9-THC. Remédios comuns, como antidepressivos e ansiolíticos, não acionarão o equipamento, a menos que contenham essas substâncias.

As autoridades reforçam que a aptidão para dirigir depende fundamentalmente da avaliação médica. Em casos de dúvida, os resultados preliminares do aparelho podem exigir confirmação por análises laboratoriais.

TAGGED:contrandrogometrolei-secamedicamentossaúdetrânsito
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