Uma empresária, de cinquenta e um anos, morreu em Goiânia após realizar seis procedimentos estéticos em um hospital. A família informou que a paciente havia vindo da Espanha para a capital goiana e denunciou negligência médica no caso.
O Ministério Público de Goiás pediu abertura de inquérito policial para investigar possível homicídio culposo. A paciente passou por mais de oito horas de cirurgia, que incluiu reposicionamento de tecidos, alteração de linha capilar e retirada de excesso de pele.
A irmã da falecida relatou que, após o procedimento, a paciente apresentou inchaço na língua e não conseguia fechar a boca. A situação se agravou cerca de seis horas depois, e o laudo médico apontou trombose aguda e infarto pulmonar.
Os familiares alegam que o médico responsável autorizou a cirurgia mesmo com exames feitos na Espanha indicando um processo infeccioso ativo. A defesa do Hospital Ankar disse que a paciente recebeu atendimento de emergência imediato e que exames pré-operatórios foram feitos externamente.


