Flávio Bolsonaro, candidato à Presidência pelo Partido Liberal (PL), afirmou em evento no Rio de Janeiro que o Brasil não suporta mais quatro anos de gestão do Partido dos Trabalhadores (PT). O candidato propôs um projeto de oposição ao PT, defendendo o nome de Douglas Ruas para o governo estadual.
A segurança pública foi o foco do discurso do político. Bolsonaro prometeu classificar o PCC, o Comando Vermelho e milícias como grupos terroristas caso seja eleito. O candidato defendeu o endurecimento das punições, dizendo que criminosos seriam neutralizados pela polícia ou ficariam detidos.
Em relação a crimes sexuais, Flávio Bolsonaro declarou que pretende aprovar a castração química para estupradores e abusadores. Ele também afirmou que, a partir de janeiro do próximo ano, haveria uma declaração de guerra contra organizações que ele chamou de narcoterroristas.
O discurso contrastou diretamente com a administração atual. Ao questionar o público sobre a segurança no Rio de Janeiro, ele citou o uso de drones com explosivos por criminosos, comparando a realidade atual com sua infância na cidade.
O político também mencionou que recebeu mais de dois mil ameaças de morte durante a campanha. Ele declarou que continuará a campanha com segurança, afirmando que não irá ceder diante das ameaças, buscando devolver as ruas ao povo brasileiro.


