Uli Hoeneß afirmou que o desempenho da seleção alemã na Copa do Mundo não deve ser atribuído somente a Julian Nagelsmann. A derrota na fase de grupos, em 29 de junho de 2026, em Foxborough, Massachusetts, marcou o fim precoce da participação do time.
O ex-presidente do Bayern Munich declarou que o desempenho da equipe foi um “desastre absoluto” e uma “desgraça” para o país. No entanto, ele contestou a ideia de que Nagelsmann é o único responsável pelos problemas da seleção.
Hoeneß comparou a Alemanha à Argentina, citando que o time sul-americano demonstrou um empenho total, mesmo sem possuir uma equipe de qualidade superior. Ele sentiu falta dessa garra na seleção alemã durante o torneio.
O dirigente mencionou que, antes da Copa, defendia a necessidade de um time bem treinado e estável. Segundo ele, a equipe alemã não estava organizada, pois tentava implementar muitas novidades durante o torneio, o que não é função da competição.
Com a chegada de Jürgen Klopp à gestão, espera-se que o espírito de luta e o desejo da Alemanha mudem. A DFB havia sugerido que Nagelsmann renunciasse após o Mundial, mas Hoeneß questionou a totalidade de sua culpa pelos resultados.

