Quatorze denúncias detalham um suposto esquema de tráfico de cocaína ligado a uma fraternidade na Universidade Penn State, na Pensilvânia. As acusações apontam uma hierarquia de envolvidos, que varia de fornecedores a membros da fraternidade responsáveis por embalar e distribuir a droga.
Os documentos liberados pelo Gabinete do Procurador Geral da Pensilvânia descrevem as funções de cada um dos citados. Um indivíduo de vinte e quatro anos, estudante de Contabilidade, figura como o topo da cadeia, segundo os promotores.
Outros envolvidos atuaram na logística e distribuição. Um homem de vinte e dois anos, da área de Recursos Humanos, teria distribuído a substância para estudantes da universidade, utilizando o aplicativo Snapchat. Investigadores utilizaram informantes confidenciais para desmantelar a operação.
A operação envolvia vários papéis. Um indivíduo de vinte e quatro anos, também da Contabilidade, foi descrito como parceiro de negócios do líder, auxiliando na obtenção da droga em outras cidades. Outros membros foram acusados de tarefas menores, como embalar e pesar a cocaína sob direção dos principais envolvidos.
Entre os acusados, um homem de vinte anos, estudante de Finanças, foi citado por embalar e entregar a droga sob ordens de um dos distribuidores. Outros indivíduos foram acusados de fornecimento, compra ou suporte logístico, enfrentando acusações criminais de menor potencial ofensivo ou crimes graves.

