Ao usar este site, você concorda com a Política de Privacidade e os Termos de Uso.
OK
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
  • Cotidiano
  • Política
  • Economia
  • Mundo
  • Esporte
  • Cultura
  • Opinião
Procurar
  • Anuncie
  • Expediente
  • Fale Conosco
  • Política de Privacidade
  • Termos de Uso
© 2024 - BRASIL EM FOLHAS S/A
Leitura: Búzios homenageia vítimas de feminicídio com Banco Vermelho
Compartilhar
Notificação Mostrar mais
Font ResizerAa
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
Font ResizerAa
  • Política
  • Cotidiano
  • Economia
  • Mundo
  • Esporte
  • Cultura
  • Opinião
Procurar
  • Home
    • Política
    • Cotidiano
    • Economia
    • Mundo
    • Esporte
    • Cultura
    • Opinião
  • Anuncie
  • Fale Conosco
  • Expediente
Have an existing account? Sign In
Follow US
  • Anuncie
  • Expediente
  • Fale Conosco
  • Política de Privacidade
  • Termos de Uso
© 2024 BRASIL EM FOLHAS S/A
Cotidiano

Búzios homenageia vítimas de feminicídio com Banco Vermelho

Carla Fernandes
Última atualização: 26 de agosto de 2026 11:55
Carla Fernandes
Compartilhar
Tempo: 2 min.
Compartilhar

Búzios, na Região dos Lagos do Rio de Janeiro, inaugurou nesta terça-feira (25) o Banco Vermelho, uma homenagem às vítimas de feminicídio. A ação ‘Búzios por Elas’ foi realizada na Praça dos Ossos e teve como objetivo aproximar a população da rede municipal de proteção às mulheres.

O Banco Vermelho será dedicado à memória de todas as mulheres que tiveram suas vidas interrompidas pela violência, reforçando a necessidade de prevenção e enfrentamento ao feminicídio. A ação faz parte das comemorações do mês da mulher e visa ampliar o acesso à informações sobre os serviços de atendimento e orientação às mulheres.

O local escolhido para a ação não foi ao acaso. A Praça dos Ossos é onde ocorreu o feminicídio de Ângela Diniz, conhecida como ‘Pantera de Minas’, em 1976. O caso chamou a atenção do país e tornou-se um dos primeiros grandes marcos na discussão pública sobre violência de gênero e feminicídio no Brasil.

No primeiro julgamento do caso, o advogado de Doca Street, o ex-ministro do STF Evandro Lins e Silva, usou o argumento da ‘legítima defesa da honra’, alegando que o réu havia ‘matado por amor’ e sido provocado pela vítima. Doca foi condenado a uma pena leve, de apenas dois anos de reclusão, obtendo o benefício de cumprir a pena em liberdade. Houve um clamor público e indignação com o resultado do julgamento, mobilizando movimentos feministas pelo país.

Devido à forte pressão social, o julgamento foi anulado e revisto em um novo julgamento, onde Doca Street foi condenado a 15 anos de prisão por homicídio qualificado.

TAGGED:AçãoBanco VermelhoBúziosenfrentamentoFeminicídioMulheresPREVENÇÃO
Compartilhe esta notícia
Facebook Whatsapp Whatsapp Telegram Copiar Link Print
Notícia Anterior Duque de Caxias instala bloqueadores contra motos em passarelas
Próximo notícia sitemap.xml
Banner
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
Follow US
© 2024 BRASIL EM FOLHAS S/A
Bem vindo de volta!

Faça login na sua conta

Username or Email Address
Password

Lost your password?