O aumento da fiscalização conduzida pela Justiça e pelo Ministério Público do Trabalho (MPT) resultou na redução de casos de assédio eleitoral nesta sexta-feira (28). O volume de ocorrências é menor quando comparado ao registrado durante as últimas eleições gerais, realizadas em 2022.
A queda nos índices é atribuída ao aperto nas diligências dos órgãos de controle. O monitoramento foca em condutas abusivas no ambiente de trabalho durante o período eleitoral.
O assédio é configurado como crime quando donos de empresas, dirigentes ou gestores públicos utilizam seus cargos para pressionar funcionários a votar em candidatos específicos.
A apuração indica que a atuação conjunta entre a Justiça e o MPT tem sido determinante para a diminuição dessas práticas. O objetivo é garantir a liberdade de escolha do trabalhador sem medo de represálias profissionais.
As medidas de fiscalização seguem ativas para evitar a reincidência de pressões hierárquicas que comprometam a autonomia do voto nas urnas.


