Ao usar este site, você concorda com a Política de Privacidade e os Termos de Uso.
OK
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
  • Cotidiano
  • Política
  • Economia
  • Mundo
  • Esporte
  • Cultura
  • Opinião
Procurar
  • Anuncie
  • Expediente
  • Fale Conosco
  • Política de Privacidade
  • Termos de Uso
© 2024 - BRASIL EM FOLHAS S/A
Leitura: Policiais civis são investigados por propina em cargas do Paraguai
Compartilhar
Notificação Mostrar mais
Font ResizerAa
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
Font ResizerAa
  • Política
  • Cotidiano
  • Economia
  • Mundo
  • Esporte
  • Cultura
  • Opinião
Procurar
  • Home
    • Política
    • Cotidiano
    • Economia
    • Mundo
    • Esporte
    • Cultura
    • Opinião
  • Anuncie
  • Fale Conosco
  • Expediente
Have an existing account? Sign In
Follow US
  • Anuncie
  • Expediente
  • Fale Conosco
  • Política de Privacidade
  • Termos de Uso
© 2024 BRASIL EM FOLHAS S/A
Cotidiano

Policiais civis são investigados por propina em cargas do Paraguai

Carla Fernandes
Última atualização: 28 de agosto de 2026 07:55
Carla Fernandes
Compartilhar
Tempo: 2 min.
Compartilhar

A Justiça decretou a prisão de sete pessoas, incluindo quatro policiais civis, em operação realizada nesta sexta-feira (28) contra um esquema de propinas para liberação de cargas de eletrônicos vindas do Paraguai. A investigação do Ministério Público (MP) e da Corregedoria da Polícia Civil aponta que os agentes cobravam cerca de 70% do valor das mercadorias.

Os policiais investigados são Jonathan Vieira, Bruno Moreno, José Nishi e Cid Cei Almeida. Eles atuam em unidades de Santana de Parnaíba, Embu das Artes e no 2º Distrito Policial de Cotia. Segundo os investigadores, o grupo teria movimentado aproximadamente R$ 2,35 milhões em propinas desde 2024, com ao menos quatro episódios registrados.

A apuração indica que os agentes utilizavam a estrutura da Polícia Civil para armazenar os produtos e simulavam apreensões parciais. A estratégia servia para dar aparência de legalidade à atuação e justificar a retenção das cargas perante as autoridades.

Um advogado é apontado como peça central nas negociações entre os policiais e empresários. Mensagens analisadas revelam que ele utilizava a expressão “caixinha da alegria” para se referir ao dinheiro pago aos agentes. O profissional indicava as contas para depósito e orientava os envolvidos sobre os valores a serem informados, recorrendo a dinheiro em espécie para evitar o rastreamento financeiro.

Outras duas pessoas também tiveram a prisão decretada por suspeita de intermediação. A Justiça autorizou a quebra do sigilo telefônico, mandados de busca e apreensão e o bloqueio de até R$ 4 milhões em bens dos alvos da operação.

As ordens judiciais são cumpridas em São Paulo, com diligências na capital e em cidades como Barueri, Taboão da Serra, Diadema, Cotia, Santana de Parnaíba, Embu das Artes e São Sebastião. A ação também ocorre no Paraná, em Londrina e Foz do Iguaçu, e em Goiás, em São Luís de Montes Belos.

TAGGED:carga-paraguaiCorrupçãoMinistério PúblicoPolícia CivilPropinaSão Paulo
Compartilhe esta notícia
Facebook Whatsapp Whatsapp Telegram Copiar Link Print
Notícia Anterior Creches no Rio de Janeiro cobram mensalidades acima de R$ 3 mil
Próximo notícia sitemap.xml
Banner
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
Follow US
© 2024 BRASIL EM FOLHAS S/A
Bem vindo de volta!

Faça login na sua conta

Username or Email Address
Password

Lost your password?