A Defensoria Pública da União (DPU) abriu um processo contra a Braskem e a União nesta sexta-feira (28), alegando prejuízo de R$ 5 bilhões ao patrimônio mineral em Maceió. A ação ocorre em paralelo a movimentações de mercado da Multiplan, Banco Bmg e Natura.
A DPU argumenta que a interrupção das atividades de mineração de sal-gema na capital alagoana ocorreu devido a uma lavra ambiciosa. Segundo o órgão, essa modalidade de exploração desrespeita os planos previstos e compromete o aproveitamento econômico da jazida.
No setor financeiro, o Banco Bmg concluiu a oferta de cotas de R$ 1,5 bilhão do FIDC Consig Premium II. A operação envolve a transferência de direitos creditórios de cartões de crédito consignado para o fundo, sem retenção de riscos e benefícios.
A Multiplan finalizou a captação de R$ 300 milhões por meio da 627ª emissão de certificados de recebíveis imobiliários (CRIs). Os títulos são lastreados em debêntures simples, não conversíveis em ações, da espécie quirografária.
A Natura formalizou um acordo de acionistas com fundos geridos pela Advent International e alterou o contrato com os demais sócios. A companhia também aprovou a ampliação do conselho para 10 membros e mudanças no Comitê de Auditoria e no programa de opções de ações.
A HBR Realty informou ter recebido proposta da SPX Real Estate Gestão de Recursos Ltda. para a aquisição de fatias em três shoppings — Mogi, Suzano e Patteo Olinda — além do prédio Lead Corporate Faria Lima.
Outras movimentações incluem a aprovação de nova composição do Comitê de Auditoria e Riscos da Vale e a incorporação da subsidiária 7AZ Softwares pela Bemobi, que será votada em assembleia no dia 30 de setembro.


