O Rock in Rio 2026 contará com um efetivo de 7.680 agentes de segurança mobilizados durante os dias de festival, segundo anúncio feito nesta sexta-feira (28). O esquema, coordenado pela Secretaria de Estado de Segurança Pública (SESP), envolve policiais militares, civis, bombeiros e agentes da Operação Lei Seca e do Segurança Presente.
A Polícia Militar será a força principal da operação, com 4.500 agentes e 177 viaturas. A estrutura inclui oito torres de observação no entorno do evento, com foco nas avenidas Embaixador Abelardo Bueno e Salvador Allende, além de 16 pontos de bloqueio viário para controle de fluxo. O monitoramento será reforçado por câmeras de reconhecimento facial e aeronaves.
Dentro da Cidade do Rock, a Polícia Civil alocará 725 agentes, incluindo policiais à paisana para identificar criminosos entre o público. Para agilizar o atendimento a vítimas de furtos de celulares, será montada uma projeção da 16ª DP (Barra da Tijuca) no local, acompanhada de seis totens para registro de ocorrências.
Uma novidade na segurança é o monitoramento do espaço aéreo para identificar drones irregulares. O secretário de Segurança Pública, Victor Santos, informou que tanto a aeronave quanto o operador identificado poderão ser responsabilizados administrativa e criminalmente. Os alertas serão enviados ao CICC Móvel, instalado no BRT Parque Olímpico.
O Corpo de Bombeiros disponibilizará 600 militares e uma viatura especializada em ocorrências com múltiplas vítimas. No dia 1º de setembro, a corporação realizará um exercício de resgate em altura na roda-gigante para testar o tempo de resposta e as rotas de socorro.
A Operação Lei Seca terá 700 agentes nos dias 4, 5, 6, 7, 11, 12 e 13. Além da fiscalização, o grupo promoverá atividades educativas com etilômetros e simuladores de embriaguez em um espaço interativo integrado ao festival.

