Ao usar este site, você concorda com a Política de Privacidade e os Termos de Uso.
OK
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
  • Cotidiano
  • Política
  • Economia
  • Mundo
  • Esporte
  • Cultura
  • Opinião
Procurar
  • Anuncie
  • Expediente
  • Fale Conosco
  • Política de Privacidade
  • Termos de Uso
© 2024 - BRASIL EM FOLHAS S/A
Leitura: Especialistas alertam contra antecipação de herança apenas por impostos
Compartilhar
Notificação Mostrar mais
Font ResizerAa
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
Font ResizerAa
  • Política
  • Cotidiano
  • Economia
  • Mundo
  • Esporte
  • Cultura
  • Opinião
Procurar
  • Home
    • Política
    • Cotidiano
    • Economia
    • Mundo
    • Esporte
    • Cultura
    • Opinião
  • Anuncie
  • Fale Conosco
  • Expediente
Have an existing account? Sign In
Follow US
  • Anuncie
  • Expediente
  • Fale Conosco
  • Política de Privacidade
  • Termos de Uso
© 2024 BRASIL EM FOLHAS S/A
Economia

Especialistas alertam contra antecipação de herança apenas por impostos

Carla Fernandes
Última atualização: 30 de agosto de 2026 06:40
Carla Fernandes
Compartilhar
Tempo: 3 min.
Compartilhar

A perspectiva de aumento na tributação sobre heranças e doações a partir de 2027 tem levado famílias a antecipar a transferência de patrimônios. No entanto, advogados e tributaristas alertam que a decisão baseada apenas na economia de impostos pode gerar riscos à segurança financeira dos doadores e conflitos entre herdeiros.

A tendência de antecipação, que cresceu após a pandemia, ganhou novo impulso com a reforma tributária e mudanças previstas para o Imposto sobre Transmissão Causa Mortis e Doação (ITCMD). Estruturas como holdings familiares, testamentos e previdência privada voltaram ao centro das discussões para evitar custos tributários maiores no futuro.

O risco da transferência precipitada é ilustrado por um caso recente na Justiça de São Paulo, que bloqueou provisoriamente quotas e imóveis da LP Administradora de Bens. A empresa reúne parte do patrimônio da família dona das Lojas Marabraz, que pediu recuperação judicial no dia 16 com dívidas de R$ 140 milhões. A disputa envolve filhos e netos do fundador após bens transferidos para herdeiros terem sido usados como garantia em meio a dificuldades financeiras.

Segundo o tributarista Alamy Candido, ex-juiz do Tribunal de Impostos e Taxas de São Paulo (TIT), a transferência de bens para quem não possui maturidade para administrá-los é perigosa. Ele afirma que a idade, a fonte de renda e o tamanho do patrimônio devem ser analisados para garantir que o titular mantenha renda suficiente para viver, especialmente diante de despesas médicas na velhice.

A advogada Tatiana Chiaradia explica que a doação com reserva de usufruto é uma ferramenta comum para mitigar riscos, permitindo que o doador continue recebendo aluguéis ou dividendos. Contudo, ela ressalta que mesmo esse modelo não elimina imprevistos, como a morte prematura de um filho ou a necessidade súbita de vender o imóvel para custear tratamentos de saúde, o que exigiria a concordância do novo proprietário.

Para reduzir riscos de divórcios ou dívidas dos herdeiros, a apuração indica que o planejamento pode incluir cláusulas de incomunicabilidade, impenhorabilidade e inalienabilidade. A recomendação de especialistas é que a sucessão seja encarada como uma estrutura de governança e não apenas como uma troca de nomes em escrituras para evitar impostos.

TAGGED:direito-sucessorioherançaholding-familiaritcmdplanejamento-sucessorioReforma Tributária
Compartilhe esta notícia
Facebook Whatsapp Whatsapp Telegram Copiar Link Print
Notícia Anterior Nove candidatos disputam governo do Rio Grande do Norte
Próximo notícia sitemap.xml
Banner
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
Follow US
© 2024 BRASIL EM FOLHAS S/A
Bem vindo de volta!

Faça login na sua conta

Username or Email Address
Password

Lost your password?