Candidatos à Presidência da República realizaram, entre este sábado (29) e domingo (30), uma série de atividades de campanha que incluíram atos públicos, carreatas, sabatinas e visitas a sindicatos e feiras agropecuárias em diversos estados, com foco na apresentação de propostas e mobilização de apoiadores.
No Rio Grande do Sul, Romeu Zema (Novo) apresentou propostas de infraestrutura em Feliz no sábado e participou da Expointer neste domingo, onde defendeu o apoio ao seguro agrícola. Já Rui Costa Pimenta (PCO) lançou sua candidatura no Sindicato dos Metalúrgicos de Porto Alegre, citando a reforma do sistema penitenciário e a extinção da lei antiterrorismo como pontos de seu programa.
Em São Paulo, Ronaldo Caiado (PSD) visitou a Festa do Peão de Barretos no sábado e realizou caminhada na Avenida Paulista no domingo. Wilson Grassi (Democrata) participou de corrida de rua na Ponte Estaiada, enquanto Renan Santos (Missão) promoveu carreata e defendeu a implementação de um prontuário eletrônico único no Sistema Único de Saúde (SUS) para reduzir filas.
Flávio Bolsonaro (PL) realizou motocarreata e barqueata em Angra dos Reis (RJ) no sábado. Neste domingo, reuniu-se com o ministro da Justiça e Segurança Pública de El Salvador, Gustavo Villatoro, na capital paulista. O candidato afirmou que pretende criar 500 mil vagas em penitenciárias, alegando que a legislação brasileira é frouxa.
Luiz Inácio Lula da Silva (PT) participou de encontro com mulheres em Belo Horizonte no sábado, onde afirmou que o reconhecimento financeiro do trabalho não remunerado exercido por mulheres acrescentaria 13% ao Produto Interno Bruto (PIB). O candidato cumpre agenda de gravações para programas eleitorais em Brasília neste domingo.
Outras movimentações incluíram a candidata Samara Martins (UP), com caminhada em Mauá (SP) e carreata em João Pessoa (PB), e Augusto Cury (Avante), que visitou o Congresso TEAMA em São Paulo e tem reunião com empresários em Uberlândia (MG). Hertz Dias (PSTU) participou de sabatina no SBT News e visitou a Casa da Estudante em Natal. Edmilson Costa (PCB) defendeu nas redes sociais o fim da escala de trabalho 6×1.

