A cantora e compositora Dolly Parton organizou a sucessão de seu patrimônio, estimado em mais de US$ 450 milhões (cerca de R$ 2,3 bilhões), antes de morrer aos 80 anos na última terça-feira (26). A artista contratou advogados especializados em Los Angeles e Nashville para evitar disputas judiciais entre seus herdeiros.
A decisão de definir o espólio em vida foi motivada por experiências anteriores. Parton acompanhou uma briga judicial envolvendo a independência financeira de sua mãe e citou os conflitos sucessórios ocorridos após as mortes de Aretha Franklin e Prince como alertas para a organização de seus próprios bens.
A artista morreu em sua residência em Nashville, nos Estados Unidos. Segundo a imprensa internacional, pessoas próximas não tinham conhecimento da gravidade de seu estado de saúde antes do falecimento.
Como não teve filhos com o marido, Carl Dean, falecido em 2025, a cantora prestou auxílio financeiro a parentes durante a vida. A medida teria a intenção de reduzir a probabilidade de conflitos entre irmãos, sobrinhos e sobrinhas.
A maior parte da fortuna foi destinada a causas filantrópicas. A Dollywood Foundation, criada em 1988 para atender crianças do condado de Sevier, no Tennessee, é a principal beneficiária. A organização mantém o programa Imagination Library, que distribui livros gratuitamente.
A fundação também gere bolsas de estudo, projetos de saúde infantil e ações de apoio após desastres naturais.


