Ao usar este site, você concorda com a Política de Privacidade e os Termos de Uso.
OK
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
  • Cotidiano
  • Política
  • Economia
  • Mundo
  • Esporte
  • Cultura
  • Opinião
Procurar
  • Anuncie
  • Expediente
  • Fale Conosco
  • Política de Privacidade
  • Termos de Uso
© 2024 - BRASIL EM FOLHAS S/A
Leitura: Rendimento médio no agronegócio de Goiás sobe 20,5%
Compartilhar
Notificação Mostrar mais
Font ResizerAa
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
Font ResizerAa
  • Política
  • Cotidiano
  • Economia
  • Mundo
  • Esporte
  • Cultura
  • Opinião
Procurar
  • Home
    • Política
    • Cotidiano
    • Economia
    • Mundo
    • Esporte
    • Cultura
    • Opinião
  • Anuncie
  • Fale Conosco
  • Expediente
Have an existing account? Sign In
Follow US
  • Anuncie
  • Expediente
  • Fale Conosco
  • Política de Privacidade
  • Termos de Uso
© 2024 BRASIL EM FOLHAS S/A
Economia

Rendimento médio no agronegócio de Goiás sobe 20,5%

Carla Fernandes
Última atualização: 1 de setembro de 2026 08:51
Carla Fernandes
Compartilhar
Tempo: 3 min.
Compartilhar

O rendimento médio mensal habitual no agronegócio de Goiás foi de R$ 5.562,92 no primeiro trimestre de 2026, alta de 20,5% em relação ao mesmo período de 2025, quando a média era de R$ 4.615,69. Os dados foram divulgados pelo Instituto Mauro Borges de Pesquisa e Política Econômica (IMB) com base na PNAD Contínua do IBGE.

O crescimento real, já descontada a inflação medida pelo IPCA, foi de R$ 947,23 e ocorreu em todos os segmentos. A maior alta percentual foi nos serviços ligados ao agronegócio, com subida de 33,4%, elevando a renda de R$ 4.228,94 para R$ 5.641,71. No segmento primário, a renda média chegou a R$ 7.024,59, a maior entre as categorias, com alta de 25,4%.

Na agroindústria, os ganhos subiram 19,1%, passando de R$ 2.521,11 para R$ 3.002,83. Já os trabalhadores de atividades de insumos registraram alta de 7,7%, com rendimento médio de R$ 6.582,56. O avanço foi observado tanto em vínculos formais, com média de R$ 7.760,19 (alta de 20,8%), quanto informais, que passaram de R$ 3.116,96 para R$ 3.951,32.

A formalização do mercado também cresceu. O número de trabalhadores formais subiu de 605,7 mil para 611,7 mil, enquanto os informais caíram de 480,9 mil para 463,6 mil. A agroindústria foi a única área a ampliar o total de ocupados, saltando de 208,5 mil para 216,5 mil pessoas, com destaque para o abate e fabricação de carne e pescado.

O contingente de empregadores no setor subiu de 42,5 mil para 50,6 mil, variação de 19,1%. No total, o agronegócio empregava 1,08 milhão de pessoas em Goiás no primeiro trimestre deste ano, o que equivale a 28% da população ocupada do estado. Houve ainda um aumento de 6% no número de trabalhadores com ensino superior, que chegaram a 271,5 mil.

O IMB informou que os dados da PNAD Contínua foram reponderados pelo IBGE com base nas projeções do Censo Demográfico de 2022. A atualização altera os pesos da amostra e deve ser considerada nas comparações com levantamentos anteriores.

TAGGED:Agronegócioeconomia-goianaGoiásimbMercado de Trabalhorendimento-medio
Compartilhe esta notícia
Facebook Whatsapp Whatsapp Telegram Copiar Link Print
Notícia Anterior Eduardo Paes concorre ao governo do Estado do Rio de Janeiro
Próximo notícia sitemap.xml
Banner
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
Follow US
© 2024 BRASIL EM FOLHAS S/A
Bem vindo de volta!

Faça login na sua conta

Username or Email Address
Password

Lost your password?