As instituições financeiras digitais (IFD) foram responsáveis por um aumento de R$ 1,6 trilhão no Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil entre 2016 e o primeiro trimestre de 2026, aponta estudo do Centro de Estratégia e Regulação (Reglab) apresentado nesta terça-feira (1º).
A pesquisadora do Reglab, Thais Palanca, informou que o objetivo do levantamento foi realizar uma análise macroeconômica sobre a expansão das IFD no país ao longo da última década. As declarações foram feitas durante a primeira edição do Zetta Summit, evento realizado em Brasília.
Sobre a continuidade desse crescimento na economia brasileira, Palanca afirmou que a tendência depende de como o governo lidará com as instituições financeiras digitais e se haverá incentivos para a expansão do setor.
O Zetta Summit reúne executivos, reguladores, investidores e formuladores de políticas públicas para discutir a inovação financeira na próxima década. O evento conta com a participação de nomes como o ex-presidente do Banco Central (BC), Roberto Campos Neto.
Também participam dos debates Ailton de Aquino, diretor do BC, Rogério Ceron, secretário-executivo do Ministério da Fazenda, e Guilherme Mello, secretário-executivo do Ministério do Planejamento e Orçamento.


