A economia brasileira cresceu 0,5% na passagem do primeiro para o segundo trimestre de 2026, registrando a quinta maior alta do Produto Interno Bruto (PIB) entre 50 nações. O levantamento da agência de risco Austin Rating, baseado em dados do Fundo Monetário Internacional (FMI), coloca o país acima de China e Estados Unidos.
A Irlanda lidera o ranking com expansão de 1%, seguida por Indonésia (0,9%), Angola (0,7%) e Malásia (0,6%). O desempenho brasileiro superou a média global de 0,2%, além de ultrapassar os índices da Zona do Euro, que foi de 0,1%, e do grupo G7.
O resultado veio acima do esperado por analistas. Segundo boletim da Secretaria de Política Econômica (SPE) do Ministério da Fazenda, a expectativa do mercado era de que a alta fosse de 0,4% no período.
Além do ritmo de crescimento, o Brasil subiu para a décima posição no ranking de tamanho da economia mundial em 2026. No ano anterior, o país ocupava a 11ª colocação. A projeção indica que a nação ultrapasse a Rússia e alcance o nono lugar em 2027.
Atualmente, o PIB brasileiro soma US$ 2,64 trilhões. O valor coloca o país à frente do Canadá, que registra US$ 2,51 trilhões, mas atrás da Rússia, com US$ 2,66 trilhões. O topo da lista global segue com os Estados Unidos (US$ 32,38 trilhões) e a China (US$ 20,85 trilhões).
Entre 2011 e 2014, o Brasil atingiu a melhor marca de sua história recente ao se tornar a sétima maior economia do planeta.


