O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) possui 11 palanques competitivos nos Estados, um a mais que o senador e candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL), que soma 10. Os dados são de um levantamento baseado nas pesquisas mais recentes registradas no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) em cada unidade da Federação.
São considerados competitivos os nomes que lideram as pesquisas ou aparecem em empate técnico na primeira posição. Lula aparece competitivo no Amazonas, Ceará, Rio Grande do Norte, Paraíba, Alagoas, Sergipe, Bahia, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul e Piauí. Flávio Bolsonaro lidera ou empata no Distrito Federal, Minas Gerais, Mato Grosso do Sul, Mato Grosso, Paraná, Rondônia, Santa Catarina, Roraima e São Paulo.
No Pará, há empate entre os palanques dos dois candidatos. Já em sete unidades da Federação não foram registrados palanques competitivos para nenhum dos dois: Acre, Amapá, Maranhão, Tocantins, Goiás, Espírito Santo e Pernambuco. O PT lançou candidatos próprios ao governo em 12 Estados e firmou alianças em 15, enquanto o PL conta com 12 palanques encabeçados pela própria legenda.
A apuração indica maior alcance de partidos de direita entre os postulantes competitivos ao governo estadual. Dos 34 candidatos nessa situação, 15 são filiados a legendas de direita, 14 ao centro e cinco a partidos de esquerda.
O PSD é o partido com mais candidatos competitivos na disputa, com sete nomes em primeiro lugar ou em empate técnico. O PL segue com cinco nomes, enquanto o PT, o Republicanos e o MDB registram quatro cada. O União Brasil e o PP possuem três, o PSDB tem dois, e o PDT e o Podemos registram um candidato cada.
O levantamento utilizou o primeiro cenário estimulado dos estudos mais recentes com metodologias conhecidas e registros oficiais na Justiça Eleitoral. O primeiro turno das eleições gerais ocorre no dia 4 de outubro.


