O presidente Abelardo de la Espriella determinou que a política migratória seja um dos eixos centrais de seu governo, com a ordem de deportar imediatamente imigrantes ilegais da Colômbia. A medida, anunciada a poucos dias de o mandatário completar um mês no cargo, prioriza a expulsão de estrangeiros que tenham cometido crimes.
A execução das deportações ficará sob a responsabilidade de José Luis Castañeda Tiria. O coronel retirado da Polícia foi nomeado diretor da Migración Colombia, entidade encarregada de realizar as expulsões.
O plano do governo prevê que o processo comece com aqueles que possuem registros criminais. Na sequência, a operação será estendida aos imigrantes que não possuam a documentação regularizada no país.
A decisão segue a linha de segurança de “mão dura” adotada pelo presidente. De acordo com a apuração, o tema não havia sido tratado como ponto central durante a campanha eleitoral.
Castañeda Tiria assume a liderança do órgão em um momento de reorientação das prioridades administrativas do governo colombiano, focando agora no controle rigoroso da fronteira e da permanência de estrangeiros.


