A segurança desta edição do Rock in Rio utiliza 152 câmeras, drones e sistemas de reconhecimento facial para monitorar a Cidade do Rock e seu entorno. A operação, que mobiliza 2,4 mil profissionais, já resultou no encaminhamento de três pessoas à delegacia do complexo, sendo uma delas detida por pendência com a Justiça.
Cerca de 50 câmeras instaladas nos acessos do festival possuem tecnologia de biometria facial. O sistema cruza imagens com bancos de dados de forças de segurança para identificar indivíduos antes que avancem para o interior do evento. O volume de câmeras superou o planejamento inicial da organização.
A vigilância se estende às áreas próximas à Lagoa de Jacarepaguá. Equipamentos térmicos e radares perimetrais detectam movimentações em locais de baixa visibilidade para evitar entradas irregulares no perímetro principal.
Um sistema antidrones foi implementado para controlar o espaço aéreo. No primeiro dia, dois drones não autorizados foram apreendidos, um deles após sobrevoar a área interna. O responsável pelo equipamento perdeu a credencial e foi retirado do local.
A estrutura é coordenada por uma central ativa 24 horas, com 12 profissionais trabalhando simultaneamente em revezamento. A equipe integra agentes de segurança, técnicos, bombeiros, profissionais de saúde e especialistas em meteorologia.
A operação também monitora ameaças em ambientes digitais para antecipar riscos físicos. O esquema combina biometria, radares e equipes de campo para operar com as mesmas informações em tempo real.


