A cantora Kelly Key, de 43 anos, revelou ter realizado a plicatura da musculatura abdominal, técnica cirúrgica para corrigir a diástase, após a sua segunda gestação. A artista afirmou que a intervenção estética complementa os resultados obtidos com a prática de atividades físicas e a manutenção de uma alimentação equilibrada.
A técnica, popularmente chamada de costura abdominal, corrige o afastamento dos músculos do abdômen. O objetivo do procedimento é reduzir o volume da barriga, firmar a cintura e melhorar a postura corporal, além de garantir maior sustentação aos órgãos internos.
Especialistas indicam a cirurgia quando o afastamento muscular é superior a 4 ou 5 centímetros. Casos menores, entre três e quatro centímetros, podem ser tratados com fisioterapia e exercícios físicos, dependendo da avaliação médica e da escolha da paciente.
O cirurgião aproxima e costura a fáscia, tecido que reveste a musculatura, na linha média do abdômen, criando uma espécie de cinta interna. A intervenção costuma ocorrer durante abdominoplastias ou miniabdominoplastias, mas não transforma músculos fracos em fortes, exigindo exercícios posteriores para o fortalecimento.
Médicos recomendam que a operação não seja feita imediatamente após o parto, mas sim depois do período de amamentação. A restrição visa evitar que a paciente levante peso ou agache durante a recuperação, atividades comuns ao cuidar de um recém-nascido.
O pós-operatório exige o uso de cinta modeladora por 15 a 20 dias para controlar o inchaço e contrair a parede abdominal. Há a recomendação de evitar esforços durante a evacuação para prevenir a ruptura dos pontos. O retorno às atividades físicas é permitido após dois ou três meses.


