Os Estados Unidos completam, nesta sexta-feira (11), 25 anos dos atentados terroristas de 11 de setembro de 2001. A ação coordenada pela organização Al-Qaeda resultou na morte de quase 3 mil pessoas e é considerada o pior ataque já executado em território americano.
Dezenove jihadistas, divididos em quatro grupos, embarcaram em voos comerciais partindo de Boston, Washington D.C. e Newark. Os terroristas assumiram o controle das aeronaves e desviaram as rotas para alvos pré-definidos.
O primeiro impacto ocorreu às 8h46, quando o voo American Airlines 11 atingiu a torre norte do World Trade Center, em Manhattan. Dezessete minutos depois, o voo United Airline 175 chocou-se contra a torre sul. Ambas as estruturas entraram em colapso, sendo a torre sul a primeira a desabar, às 9h58.
Um terceiro avião, da American Airlines, atingiu a fachada oeste do Pentágono, no Condado de Arlington, causando 184 mortes. Uma quarta aeronave caiu às 10h03 em um descampado em Shanksville, após passageiros reagirem ao sequestro. Autoridades acreditam que o alvo seria a Casa Branca ou o Capitólio.
O desabamento das torres em Nova York liberou poeira tóxica que, segundo estudos posteriores, causou doenças em moradores e bombeiros. O impacto dos ataques alterou as normas de controle aeroportuário e a configuração da política global.
Em resposta, o presidente George W. Bush declarou guerra ao terrorismo. A estratégia resultou na invasão do Afeganistão e em operações militares que se estenderam por décadas em diversos países, além de mudar a aplicação da lei em casos de terrorismo nos Estados Unidos.


