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Acusados pelas mortes de PMs da Rota no litoral de SP vão a júri popular

Bianca Almeida
Última atualização: 7 de setembro de 2024 06:48
Bianca Almeida
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Tempo: 2 min.
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Três indivíduos acusados pelo assassinato do PM Patrick Bastos Reis e outro apontado como responsável pela morte do PM Samuel Wesley Cosmo enfrentarão júri popular. As mortes dos dois agentes resultaram na criação da Operação Escudo e na intensificação da Operação Verão na Baixada Santista. A Operação Escudo, iniciada em julho de 2023 e concluída após 40 dias, resultou em 28 mortes e 958 prisões, enquanto a Operação Verão, que começou em dezembro de 2023, registrou 56 mortes durante seus quatro meses de ação.

A Polícia Civil concluiu que Erickson David da Silva, conhecido como Deivinho, foi o autor do disparo que matou o PM Patrick, com Marco Antônio de Assis Silva, o Mazaropi, e Kauã Jazon da Silva, irmão de Deivinho, presentes na cena do crime sem intervir. Kaique Coutinho do Nascimento, o Chip, é acusado de matar o PM Samuel com um tiro no rosto. Em ambos os casos, os réus foram presos e aguardam julgamento, com as justiças de Guarujá e Santos determinando sua detenção preventiva até o tribunal.

Durante as operações, as mortes de suspeitos em confrontos com a polícia aumentaram substancialmente, levando a críticas de organizações de direitos humanos e denúncias à ONU. O governador Tarcísio de Freitas e o secretário de Segurança Pública Guilherme Derrite se mantiveram firmes em sua posição, desconsiderando as críticas e defesas feitas por defensores dos direitos humanos.

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