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Concessão da Mogi-Bertioga e Mogi-Dutra vai afetar orçamento de quem utiliza diariamente as rodovias

Amanda Rocha
Última atualização: 17 de abril de 2024 16:57
Amanda Rocha
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Tempo: 2 min.
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Um recente leilão do Lote Litoral Paulista resultou na concessão das rodovias Mogi-Dutra, Mogi-Bertioga e Padre Manuel da Nóbrega para o Consórcio Novo Litoral, que planeja implementar pedágios nestas vias. Moradores do Alto Tietê, como o orçamentista Jonas Alves de Mello Ferraz, já se preocupam com o impacto financeiro dessas tarifas em seus deslocamentos diários. Com projeções de gastos significativos, motoristas como Ferraz consideram rotas alternativas para evitar os novos pedágios, mesmo cientes de possíveis aumentos no tempo de viagem e despesas adicionais.

Além da preocupação financeira dos motoristas, autoridades locais também se manifestaram sobre a implantação dos pedágios. O prefeito de Mogi das Cruzes, Caio Cunha, expressou a preocupação com os possíveis impactos negativos que a cobrança de pedágios pode trazer para a cidade. A prefeitura de Arujá solicitou que a cobrança do pedágio só comece após a conclusão das obras de duplicação e pediu isenções para bairros cortados pelas rodovias, como forma de mitigar os impactos sobre os moradores locais.

O sistema de cobrança escolhido, conhecido como free flow, utilizará tags instalados nos veículos para cobrar as tarifas automaticamente, substituindo as tradicionais praças de pedágio. Com valores variando entre R$ 1 e R$ 6 de acordo com o trecho percorrido, a iniciativa tem gerado debates e ações tanto por parte dos motoristas afetados quanto das autoridades locais, que buscam maneiras de minimizar os impactos negativos da implementação dos pedágios nas rodovias do Alto Tietê e litoral paulista.

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