O governador do Ceará expressou críticas ao Ibama pela demora na liberação de estudos destinados à exploração de petróleo na Margem Equatorial. Ele argumentou que o Brasil deveria estar aproveitando esse recurso há mais tempo, destacando a proximidade da área com a costa cearense e a necessidade de utilizar essa riqueza antes que a transição energética global a torne menos relevante. Segundo ele, o atraso nos trâmites prejudicou o desenvolvimento do país e a oportunidade de financiar a mudança da matriz energética com os recursos obtidos.
O governador ressaltou que a exploração do petróleo na região poderia impulsionar o crescimento econômico e ajudar na transição para fontes de energia mais sustentáveis. Ele afirmou que o Ibama poderia ter concluído os processos necessários anos atrás, evitando a perda de tempo em um momento crucial para o setor energético. Suas declarações foram feitas durante entrevista a um programa de televisão, reforçando a urgência do tema.
A fala reflete uma preocupação com o ritmo das autorizações ambientais, que, na visão do governador, pode comprometer o aproveitamento de recursos estratégicos. Embora reconheça a importância da transição energética, ele defende que o petróleo da Margem Equatorial seja explorado de forma responsável, garantindo benefícios econômicos enquanto ainda há demanda global pelo produto. O debate envolve tanto questões ambientais quanto de desenvolvimento econômico, sem menções a conflitos ou polêmicas envolvendo indivíduos.

