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Leitura: Assédio, agressões e perda de direitos: pesquisa mostra as angústias de mulheres no ambiente de trabalho
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Assédio, agressões e perda de direitos: pesquisa mostra as angústias de mulheres no ambiente de trabalho

Bruno de Oliveira
Última atualização: 30 de abril de 2024 09:10
Bruno de Oliveira
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Tempo: 2 min.
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Uma pesquisa global da consultoria Deloitte evidenciou os desafios enfrentados por mulheres no mercado de trabalho corporativo, especialmente no Brasil. O estudo apontou que quase metade das mulheres brasileiras estão preocupadas com sua segurança no ambiente profissional, sendo o assédio uma realidade vivenciada por muitas. Além disso, microagressões como bropropriating, gaslighting e mansplaining são comuns, mas frequentemente não são reportadas, evidenciando a dificuldade em lidar com essas questões de forma assertiva.

O levantamento também destacou que as brasileiras enfrentam altos níveis de estresse, problemas de saúde mental e desafios relacionados à dupla jornada, sendo responsáveis não só pela criação dos filhos, mas também pelo cuidado com outros adultos. A falta de equilíbrio entre trabalho e vida pessoal, remuneração inadequada e a ausência de oportunidades de desenvolvimento foram citadas como motivos para mulheres deixarem seus empregos. Além disso, a disparidade salarial persiste, com mulheres recebendo, em média, 21% a menos que homens, mesmo quando mais escolarizadas.

Diante dessas questões, é fundamental promover políticas e práticas que incentivem uma distribuição mais equitativa das responsabilidades domésticas e profissionais, além de criar ambientes de trabalho mais inclusivos e seguros para as mulheres. A subnotificação de assédio e microagressões revela a necessidade de criar canais confiáveis para denúncias e de combater a cultura de silêncio que permeia muitas organizações. Essa pesquisa destaca a urgência de ações concretas para promover a igualdade de gênero e o bem-estar das mulheres no mercado de trabalho.

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