Republicanos criticam articulação de Tarcísio para candidatura presidencial

Jackelline Barbosa
Tempo: 2 min.

O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, do Republicanos, enfrenta descontentamento interno por sua articulação visando uma candidatura à presidência da República. A cúpula do partido está insatisfeita com a possibilidade de Tarcísio se filiar ao PL, que, segundo rumores, indicaria um vice da federação União Brasil-PP, com Ciro Nogueira como favorito. Dirigentes do Republicanos temem que essa movimentação cause uma ruptura interna, especialmente se o governador não comunicar formalmente sua decisão sobre a mudança de partido.

Atualmente, o Republicanos ocupa o Ministério de Portos e Aeroportos no governo Lula e planeja reavaliar suas estratégias em janeiro. Entre as opções discutidas estão a indicação de um sucessor para Tarcísio em São Paulo ou uma maior participação em ministérios, dependendo do resultado das eleições presidenciais de 2026. O partido também considera lançar uma candidatura própria no primeiro turno e manter-se neutro no segundo turno, dependendo do cenário eleitoral.

A cúpula do Republicanos observa atentamente os movimentos de Tarcísio e pondera suas decisões estratégicas para garantir influência nas futuras composições partidárias. A definição sobre alianças e candidaturas será influenciada pelas articulações entre PL, PP e União Brasil, além da posição que Tarcísio tomará em relação à sua filiação. O partido busca equilibrar sua presença política em São Paulo enquanto mantém cargos no governo federal.

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