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PF seguirá apurando circunstâncias que permitiram fuga em Mossoró, diz diretor-geral

Rodrigo Fonseca
Última atualização: 5 de abril de 2024 19:40
Rodrigo Fonseca
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Tempo: 2 min.
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A Polícia Federal está investigando a fuga de dois detentos da Penitenciária Federal de Mossoró, ocorrida em fevereiro. Apesar de terem sido recapturados em Marabá, no Pará, os detentos Rogério da Silva Mendonça e Deibson Cabral Nascimento foram levados de volta a Mossoró para que o inquérito sobre o caso continue em andamento. O diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, afirmou que a investigação abrange todas as circunstâncias que permitiram a fuga, incluindo possíveis falhas operacionais ou participação de terceiros.

A apuração está sendo conduzida em duas frentes: uma administrativa, pela direção do sistema penitenciário, e outra criminal, a cargo da Polícia Federal. Andrei Rodrigues ressaltou que o inquérito em curso analisará se houve facilitação, conivência, participação de agentes públicos ou envolvimento de facções criminosas no caso. Laudos periciais já apontam irregularidades, e a investigação busca determinar se são falhas operacionais simples ou se implicam outras pessoas.

Após 50 dias de buscas, a recaptura dos fugitivos foi realizada durante uma operação conjunta da Polícia Federal e da Polícia Rodoviária Federal. Rogério e Deibson, que fugiram no dia 14 de fevereiro, foram encontrados a mais de 1.600 km de distância de Mossoró. Após o depoimento à PF, os detentos foram transferidos de Marabá para Mossoró, onde passaram por exames de corpo de delito no Instituto Técnico-Científico de Perícia (Itep).

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