No dia 27 de outubro, o Exército dos Estados Unidos lançou uma ofensiva contra quatro embarcações no Oceano Pacífico, supostamente operadas por narcotraficantes. O secretário de Defesa, Pete Hegseth, confirmou que os ataques resultaram na morte de 14 pessoas, com um sobrevivente resgatado. As operações foram realizadas em águas internacionais e marcam um aumento nas ações contra o tráfico de drogas na região.
De acordo com Hegseth, os ataques foram parte de uma estratégia mais ampla para combater organizações designadas como terroristas que atuam no tráfico de narcóticos. Ele afirmou que as embarcações estavam em rotas conhecidas de tráfico e que a ofensiva eleva o número total de ataques na região para catorze, com 57 mortos desde o início das operações. Contudo, a falta de evidências concretas ligando os alvos a atividades terroristas gerou críticas de líderes regionais e juristas.
Além das ações navais, os Estados Unidos intensificaram sua presença militar no Caribe, mobilizando destróieres e caças na região. O governo americano, sob a liderança do presidente Trump, tem classificado cartéis de drogas como grupos terroristas, o que levanta preocupações sobre as implicações legais e diplomáticas dessas operações. A situação se complica ainda mais com a autorização de operações secretas da CIA na Venezuela, aumentando as tensões entre os dois países.


