Em 17 de novembro de 2025, o Conselho de Segurança da ONU aprovou uma resolução dos Estados Unidos que reforça o plano de paz para a Faixa de Gaza, elaborado pelo presidente Donald Trump. A proposta inclui o envio de uma força internacional e estabelece um caminho para a criação de um futuro Estado palestino. O governo de Israel e a Autoridade Palestina expressaram apoio à decisão, enquanto o Hamas a rejeitou, alegando que impõe tutela ao território.
O plano, que recebeu 13 votos a favor e abstenções da Rússia e da China, é considerado histórico por Washington e busca garantir a desmilitarização da Palestina, além de proteger civis e assegurar a ajuda humanitária. O primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, elogiou a aprovação, afirmando que ela levará à paz e à estabilidade na região. A Autoridade Nacional Palestina também comemorou a adoção da resolução, destacando o direito dos palestinos à autodeterminação.
Apesar do apoio internacional, a rejeição do Hamas ressalta os desafios que o plano enfrenta na prática. O grupo palestino considera a resolução uma imposição que não atende às demandas de seu povo. Com a criação de uma Força Internacional de Estabilização prevista no plano, as tensões entre os diferentes atores locais e internacionais podem aumentar, revelando a complexidade da situação em Gaza.

