EUA atacam alvos do Estado Islâmico na Síria em resposta a ataque mortal

Sofia Castro
Tempo: 2 min.

Na última sexta-feira, 19 de dezembro, os Estados Unidos lançaram ataques aéreos contra alvos do Estado Islâmico na Síria, em resposta à morte de dois soldados americanos ocorrida em um ataque em Palmyra. O secretário de Defesa, Pete Hegseth, afirmou que a operação, chamada ‘Hawkeye Strike’, não marca o início de uma nova guerra, mas sim uma ação de retaliação contra os responsáveis por essa agressão.

Os bombardeios têm como objetivo eliminar combatentes do Estado Islâmico e destruir sua infraestrutura na região. A ação foi desencadeada após promessas feitas por Donald Trump de causar “grandes danos” aos militantes que atacaram as forças americanas, reforçando assim o comprometimento do governo com a luta contra o terrorismo. Durante o ataque, o atirador responsável pela morte dos soldados foi morto, e cinco suspeitos foram detidos por forças de segurança sírias.

Esses ataques ocorrem em um contexto de crescente tensão na região, especialmente após um encontro entre Trump e o novo presidente sírio, que havia se comprometido a se juntar a uma coalizão liderada pelos EUA contra o Estado Islâmico. A resposta militar americana reflete uma continuidade da estratégia de combate ao terrorismo na Síria, que já foi alvo de intervenções militares anteriores durante a presidência de Trump.

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