O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), decidiu conceder prisão domiciliar a Filipe Martins, ex-assessor do ex-presidente Jair Bolsonaro, e a outros condenados por envolvimento em um golpe. A decisão foi anunciada no dia 27 de dezembro de 2025, um dia após a prisão de Silvinei Vasques, ex-diretor-geral da Polícia Rodoviária Federal, que foi detido no Paraguai ao tentar fugir da justiça.
O advogado de Martins, Jeffrey Chiquini, confirmou a nova determinação nas redes sociais, evidenciando a repercussão do caso. Filipe Martins já havia sido condenado a 21 anos de prisão pela Primeira Turma do STF em um julgamento que ocorreu em dezembro de 2025, tornando-se um dos principais nomes envolvidos na trama golpista que abalou o país.
A concessão da prisão domiciliar levanta questões sobre as implicações legais para os outros condenados e a efetividade das medidas judiciais em casos de corrupção e tentativa de golpe. A situação de Martins e de Vasques pode influenciar futuras decisões do STF, além de impactar o cenário político e judicial no Brasil nos próximos meses.

