Selic a 15% e tarifaço nos EUA moldam economia brasileira em 2025

Rodrigo Fonseca
Tempo: 1 min.

Em 2025, a economia brasileira foi marcada pela Selic elevada a 15%, em um contexto de mercado de trabalho aquecido e renda recorde. O “tarifaço” imposto pelos Estados Unidos gerou tensões nas exportações, enquanto o Banco Central precisou adotar uma postura cautelosa para controlar a inflação, que se mostrava persistente diante do crescimento do consumo.

A resiliência do mercado de trabalho foi um dos destaques do ano, com a taxa de desemprego caindo para níveis históricos. Apesar das dificuldades impostas pela alta dos juros e das tarifas americanas, o Brasil viu a renda média aumentar, desafiando as previsões pessimistas. Entretanto, o cenário também trouxe desafios, como a necessidade de ajustes e a expectativa de um crescimento limitado para 2026.

O recorde da Bolsa de Valores, atingindo 164 mil pontos, reflete uma dinâmica de capital externo atraído pelos juros altos no Brasil. Esse fenômeno, combinado com a desvalorização do dólar, sinaliza um ambiente econômico complexo, onde os efeitos colaterais da política monetária e comerciais não podem ser ignorados. O ano de 2025 se apresenta como um marco para a economia brasileira, repleto de lições e desafios futuros.

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